Apple, Google e outras querem inovar na propaganda para celular

Apple, Google e várias novas empresas estão tentando inovar em propaganda para celular, na esperança de convencer os anunciantes a gastar mais num formato que a indústria de tecnologia festeja há anos sem ter muito o que mostrar em termos concretos.

Até agora, a propaganda on-line consistia principalmente em pequenos anúncios no canto de uma página da web para celular, ou anúncios de texto que pareciam spam, ou propaganda indesejada. O resultado disso é que o mercado de propaganda em celular continua relativamente pequeno, ainda que os celulares proliferassem.

A Google anunciou em novembro um acordo de US$ 750 milhões para comprar a AdMob Inc., uma empresa que vende uma variedade de anúncios para celular, como alguns que mostram num mapa a localização da loja mais próxima de um varejista ou permitem que os usuários de celular baixem músicas ou assistam a um comercial entre as fases de um jogo.

Enquanto isso, a Apple comprou a agência de propaganda on-line Quattro Wireless em janeiro. Recentemente, o diretor financeiro da Apple, Peter Oppenheimer, disse que a empresa comprou a Quattro para oferecer “uma maneira sem impedimentos para nossos programadores ganharem mais dinheiro com seus aplicativos, especialmente os que oferecem aplicativos gratuitos”.

Anunciantes estão de olho no iPad, que a Apple anunciou semana passada e que roda aplicativos parecidos com os do iPhone, e também numa série de outros produtos, enquanto tentam ampliar suas estratégias para além da primeira geração de propagandas para celular, como os anúncios de texto.

Enquanto a concorrência entre Google e Apple começa a esquentar, outras empresas iniciantes como FourSquare e Loopt também tentam vender aos anunciantes novas maneiras de atingir os clientes por meio de seus celulares.

Marco Andrei Kichalowsky

Editor-chefe do macnarama.com, é applemaníaco e trabalha com produtos Apple desde 1993. Foi presidente do Brasil Apple Clube durante 10 anos e colaborador da saudosa Macmania e sua herdeira MAC+ até o fim da revista em 2015.

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