Brasileiro nos EUA encontra iMacs funcionando no lixo

iMac Graphite

Aparentemente, não é tão difícil encontrar este “lixo eletrônico” funcionando nos EUA. O fotógrafo Gilberto Tadday, um dos editores da revista multimídia dedicada à fotografia PicturaPixel, publicou no blog da revista um fato que ele considera que “só acontece em Nova York”. Tadday conta que seu colega na PicturaPixel, Claudio Versiani achou dois iMacs antigos no lixo do edifício dele. “Um estava depenado e não funcionava. O outro funciona, mas o botão que liga está quebrado e ele só funciona acionado por uma chave de fenda. E nenhum tinha teclado ou mouse”, conta o fotógrafo.

Mas o melhor aconteceu com o próprio Tadday: ele comprou um iMac Graphite por apenas 99 centavos de dólar. “Ok, não é um modelo atual, já saiu de linha faz um tempo, mas não deixa de ser um bom computador”, argumenta.

De fato, apesar de antigos, estes modelos de iMac continuam funcionando em vários lugares do Brasil e do mundo, prestando serviços valiosos. O iMac encontrado por Tadday é um modelo lançado em 1999, ou seja, há 10 anos. “Este que comprei está funcionando perfeitamente e veio com teclado e mouse original. Já instalei o sistema operacional OS 10.3 e está rodando sem problemas”, exulta o fotógrafo.

Marco Andrei Kichalowsky

Editor-chefe do macnarama.com, é applemaníaco e trabalha com produtos Apple desde 1993. Foi presidente do Brasil Apple Clube durante 10 anos e colaborador da saudosa Macmania e sua herdeira MAC+ até o fim da revista em 2015.

2 comentários em “Brasileiro nos EUA encontra iMacs funcionando no lixo

  • 15 de outubro de 2009 em 11:43
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    Já fui na Santa Efigênia em SP procurando por Macs velhos, mas nenhum em tão bom estado como esse da foto… Queria ter esses gabinetes pra montar coisas…

  • 28 de setembro de 2009 em 12:00
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    Como já relatei em outro comentário, encontro vários Macs velhos funcionando em sucatas – literalmente desmanches – de computadores, lixões tecnológicos. Tenho salvo muito Macs de marretas e talhadeiras, as ferramentas tipicamente usadas na separação de metal, plástico, vidro e placas eletrônicas das dezenas de toneladas que chegam semanalmente nesses lugares. E isso, aqui no Brasil.

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