O cão e o iBook na Amazônia

AmazôniaEssa aconteceu em 2005. Somente uma de várias que eu já passei com as minhas maquininhas.

Havia recém me mudado para cá, Acre, Amazônia, e além dos meus MACs, trouxe meu cão Corisco, um pastor alemão bem grande. Na primeira casa, não havia escritório então trabalhava com o iBook na mesa da sala, além de jantar também por ali. Uma bela noite, sai para ver o jogo do meu time, pois não tinha ainda televisão, e deixei o iBook em cima da mesa, com a janta posta.

E assim aconteceu: o Corisco, medroso que até hoje é de fogos de artifício, conseguiu pular uma janela basculante que ficava a quase 2 m de altura caindo com tudo na mesa da sala, virando a mesa e arremessando o iBook uns dois metros longe, deixando o mesmo todo sujo de manteiga, geléia, farelo de pão etc.

Nem tentem imaginar a minha cara quando cheguei. A princípio nem vi o computadorzinho. Depois que o achei, desligado (tinha deixado ligado, como sempre), me bateu o desespero… e agora? Será que ele estragou?

Respirei fundo, e apertei na tecla de ligar: um segundo depois Tããããnn, ele ligou. Maravilha!

Nenhum estrago aparente por fora, mas uma coisa estranha. Depois do tombo, ele voltou no tempo: apareceu aquele aviso que o Mac havia voltado para 01/01/1969!!!!

Eh, eh! Coisas de macmaníacos.

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O gaúcho Marcus Athaydes é professor da Faculdade de Botânica da Universidade Federal do Acre. Ele mantém o blog Mas bah, Txai!, onde publica relatos e papos de sua vida.

Um comentário em “O cão e o iBook na Amazônia

  • 21 de setembro de 2009 em 13:23
    Permalink

    O relógio do Mac zerou porque a bateria dele saiu um pouco do lugar. Mas o que realmente quebra em pancadas com notebooks são, pela ordem: case (racha), tela LCD (racha ou fica parcialmente desconectada e HD (tem a vida útil muito encurtada).

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