Rádio Macnarama #8
Demorou, mas nasceu: clique no botão Rádio na coluna à direita, assine e baixe o programas número 8 da nossa Rádio Macnarama. Marco Andrei, Fabiano Jorge e Hélio Paz comentam as novidades da Macworld Expo San Francisco 2006, o principal evento anual da Apple para o seu público de usuários e fãs.
O convidado Roberto Drebes dá uma verdadeira aula sobre performance de processadores – mais especificamente destrinchando o novo cérebro de nossos Macs, o Intel Core Duo.
Participação especial do editor da Macmania, a única revista voltada ao Macintosh do Brasil, inaugurando uma nova etapa na produção do programa, falando via iChat diretamente da Paulicéia Desvairada.
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Um monte de comentários fora de ordem:
* Sobre segurança no MacOS X: Não é muito diferente do Linux. Se você digitar “sudo -s” e colocar a sua senha no terminal, dá até pra ganhar privilégios de root (e apagar arquivos bloqueados na gui, desde que você seja admin
). Ai embaixo tem um guia bem legal sobre OSX seguro:
http://www.macgeekery.com/tips/security/basic_mac_os_x_security
* Tem mais! Aquele Trojan (Troiano – Cavalo de Tróia – presente de Grego) só afeta mesmo usuários descuidados;
* O “Duo Core” e o chipset do MacIntel são iguais os de PC. E driver para os periféricos é só uma questão de tempo. (Quem é heavyuser de software livre sabe disso);
* Quando se fala em usar o MacOS X num PC, é claro que é num hardware escolhido a dedo. Mas em tese seria possível montar um super-iMac, com um P4 670, 4 GB de ram, 2x500GB de HD e uma placa de video bem superior a X1600 (que já é uma baita placa de 800 reais);
* O MacMini não é entojo da Apple. Na verdade dificilmente eles teriam estoque para garantir um novo projeto;
* A IBM usa um 3-Core PowerPC no X-Box 360. O PS3 da Sony vai usar um IBM Cell com um Core baseado no G5 e 7 Cores geométricos com grande poder de processamento.
A Apple acaba sendo um cliente pequeno da IBM e desenvolver novas tecnologias com exclusividade pra Apple não sai barato.
O que a Apple está fazendo migrando para Intel é garantir que sempre tera alguém desenvolvendo processadores para ela, mesmo não sendo exclusivos – isso faz muito mais sentido que qualquer outra explicação, e é por isso que nunca existiu um G5 pra portáteis (seria muito caro pra IBM).
* Exite uma versão comercial do Wine para jogos, chamada Cedega. Um Cedega para MacIntel poderia transformar o Mac num video-game de luxo “mesmo”. Já que nos programas de virtualização é costume uma grande limitação no uso dos recursos de vídeo – o que acaba com o desempenho dos joguinhos;
* Vocês já viram o pages.google.com ?
Salve Mac Amigos,
Um de vocês falou da palavra “empowering” que não teria similar em português, mas tem. Em português tem se usado o termo… empoderamento, muito comum na fala do pessoal de ONGs e do movimento social.
O programa está legal. O número 8 foi o primeiro que ouvi e vou continuar acompanhando.
Abraços,
Márcio
Teresina, PI